sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Qual a sua opinião?


[Jonda Peri Faria] [do Alto do Rio de Janeiro no Brasil]
Pô! Pobre em todos os sentidos não tem vez mesmo! A gente atende solícito e corresponde respondendo às perguntas pensando que está tendo o prazer de tambem pelo menos participar colaborando ao encontrar esta rara oportunidade de ser alguem opinando. Vencemos as dificuldades tecnicas do computador para dar nossa resposta que muitas vezes demandam um trabalho caprichado, que afinal depois de enviado não merece nenhuma atenção pois nosso cuidado comentário desaparece e o que vemos é que perdemos nosso tempo, pensamento e bôa vontade. Chance para nada.

28/08/2008 20:52

[Miguel Neme] [Rio, RJ, Brasil]
Claro que NÃO... Isso é uma forma ostensiva de racismo, de premiar pessoas pela raça e não pela competencia e experiencia profissional. Os bons profissionais fazem sucesso não pela raça e conheci varios exemplos na minha longa vida profissional. Isso é mais um mecanismo demagogico e e eleitoreiro desse governo que deveria, antes de mais nada, CRIAR REAIS CONDIÇOES PARA PESSOAS POBRES, BRANCAS OU NEGRAS, GORDAS OU MAGRAS, ALTAS OU BAIXAS, APRENDER OFICIOS, PROFISSÕES E CARREIRAS QUE AS VALORIZEM COMO SERES HUMANOS, CONTRIBUINDO PARA ACABAR COM A DESIGUALDADE DE RENDA DO BRASIL. É muito facil criar "igualdade por decreto",É FALSO, INVASIVO E DÁ MARGEM A CORRUPÇÃO, A "FALSOS NEGROS E PARDOS", PESSOAS QUE PARA SE BENEFICIAREM FARÃO QUALQUER COISA... CHEGA DE COTAS NESSE PAIS !!!

28/08/2008 20:13

[CESAR] [SÃO PAULO]
QUASE 50% DA POPULAÇÃO BRASILEIRA JÁ É AFRO DESCENDENTE, PORQUE A DISCRIMINAÇÃO COM OS BRANCOS E A COMPETENCIA COMO FICA?

28/08/2008 19:12

[Peter] [Sao Paulo]
As vagas, tanto em faculdades como em empresas, devem ser preenchidas pelos mais qualificados e preparados. Separar cotas exclusivamente para os negros é a pior segregação racial que se pode comenter! É chamar todos so negros de BURRO! Se for assim, teremos que ter cotas para os negros, brancos, amarelos, vermelhos, esquimós, árabes, judeus, palestinos e etc. proporcionalmente!!! Ridículo...

28/08/2008 18:57

[Vicente] [São Paulo]
EU NÃO ACREDITO, QUE CHEGAMOS A ISSO.

28/08/2008 18:05

[fernandópolis] [barra mansa rj brasil]
meu pai não escravisou ninguem,nem meu avô,nem meu bisavô,não tenho que pagar por isso,nem meu filho,nem meu neto.O mundo é igual para todos, parem com essa novela de racismo,isso é desculpa de alguem que se deu mal em alguma coisa.parem com isso,deixem nossas crianças crecerem sem essa mácula.Quem tem que ter vantagens,são alguns deficientes,e olha que muitos não aceitam ajuda,querem competir por igual.todo mundo sofre algum tipo de preconceito,temos que sacudir a poeira e dá a volta por cima.eles nos chamam:de careca,barrigudo,pobretão,só anda a pé,pão duro não tem geito,sempre acham um defeito,se não enchergassem,com certesa iriam reclamar do cheiro.sejam bonitos,inteligentes,sagaz e competentes.Sejam homens e lutem revirem,rolem os dados olhem pra frente,e deixe de lado os idiotas que não percebem que somos belos,é porque somos diferentes.

28/08/2008 18:03

[Aluízio Caffé Alves] [Santos,SP]
Boa Tarde! Este percentual para afro-brasileiros poderia ser aumentado para algo em torno de 80%. Eu explico: Quando as empresas conseguissem atingir este percentual os brancos seriam minoria, então algum político faria uma nova lei para assegurar à minoria branca um percentual de 70% de empregos, e quando este percentual fosse atingido outro político faria uma nova lei com um percentual para os afro-brasileiros e assim sucessivamente. Concluindo: os afro-brasileiros e os brancos continuariam trabalhando cada vez mais e os políticos se preocupando com cotas e mais cotas, assim todos teriam o que fazer. Os afro-brasileiros e os brancos com certeza com algo útil para o desenvolvimento do Brasil, e os políticos administrando as cotas. Aluízio Caffé Alves

28/08/2008 17:28

Fonte: http://forum.empregos.blog.uol.com.br/arch2008-08-24_2008-08-30.html#2008_08-28_12_44_45-8953204-0


















































Comissão do Senado aprova cotas para negros em empresas


A CDH (Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa) do Senado aprovou na quarta (27) projeto de lei que reserva para afro-brasileiros 46% das vagas em empresas com mais de 200 empregados e 20% dos cargos em comissão do grupo de DAS (Direção e Assessoramento Superiores) da administração pública.

De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), o PLS (Projeto de Lei do Senado) 235/08 muda a Lei 9.029/95, que proíbe práticas discriminatórias na admissão ou permanência de funcionários nas empresas, inclusive por motivos de raça.

Pelo projeto, afro-brasileiros são as pessoas que assim se classificam ou as que se denominam negros, pretos, pardos ou de "categorias análogas".

A proposta inicial previa que o percentual de reserva nas empresas com mais de 200 empregados fosse de 70% da proporção de afro-brasileiros na população economicamente ativa do Estado em que a empresa esteja instalada. Mas uma emenda apresentada pelo relator, senador Papaléo Paes (PSDB-AP), mudou o número para 46%.

Para justificar a mudança, o senador Paes usou um dado do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que diz que 46% da população brasileira é composta por negros. O texto determina o prazo de cinco anos após a promulgação da lei para que as empresas cumpram a cota.

Mas o projeto abre uma brecha para o não-cumprimento da reserva, ao fazer ressalva aos "requisitos educacionais e de qualificação profissional indispensáveis ao desempenho dos cargos ou atividades exercidos na empresa". O projeto diz que, se questionada, a empresa deverá provar que esses requisitos "são estritamente relacionados ao desempenho dos cargos ou atividades em questão, sob pena de serem considerados discriminatórios".

Quanto à reserva nos cargos de DAS, o percentual de 20% é apenas uma meta inicial. Segundo o texto, o índice será aumentado gradativamente, "até que a ocupação desses cargos por afro-brasileiros seja equivalente à proporção dessas pessoas na população brasileira".

A proposta ainda será examinada pela Comissão de Assuntos Sociais, na qual receberá decisão terminativa, ou seja, pode ir diretamente à Câmara, sem passar pelo Plenário do Senado.

*Com informações da Agência Senado

Fonte: http://noticias.uol.com.br/empregos/ultnot/2008/08/28/ult880u7296.jhtm